Depois da fama, um ofurô para Geisy Arruda…
por Pedro Venceslau
Esta história é baseada em fatos totalmente reais. Geisy Arruda, mais conhecida como a lôra da Unitaleban, baixou no escritório de assessoria de imprensa de uma amiga, cujo nome vou preservar por questão de amor aos dentes. Foi por indicação de seus advogados (sim, ela tem mais de um) que a moça decidiu buscar apoio profissional. Eles alegaram que estavam sobrecarregados porque tinham que acompanhá-la para cima e para baixo em programas de TV, e que isso extrapolava suas funções. De “facto”. Ainda segundo os advogados, Geisy estava sendo assediada por assessores do tipo “porta de Projac”, gente que topa trabalhar sem receber só para reforçar o “casting” e ter moeda de troca nas redações. Minha amiga, que é dona de uma empresa de ponta, topou recebê-la por solidariedade. Ela é uma das milhares de brasileiras que ficaram horrorizadas com a ação dos trogloditas da universidade. O encanto, porém, não durou cinco minutos. Com olhar disperso, mais fixo no teto que na interlocutora, a estudante se comportou como uma Britney Spears dos trópicos. Nem levou em conta que estava ali pedindo para que a jornalista trabalhasse de graça. Nem os advogados de Geisy estão recebendo honorários. É como se ela fosse, digamos, um grande investimento de longo prazo. Mal sentou-se, foi logo dizendo algo do tipo – “fama eu já tenho, agora quero dinheiro. Preciso mudar de casa. Estou com medo de ser sequestrada”. Contou, ainda, que certas coisas ela já tinha conseguido por conta própria, sem auxílio de assessores: um cabeleireiro famoso (o Julinho do Carmo), uma lipo e academia. Disse também que estava chateada com a marca Revanche, autora do famoso vestidinho rosa (que ela ainda não lavou desde o episódio). O motivo? Eles não teriam correspondido ao merchandising espontâneo que ela vem fazendo na mídia. Isso me fez lembrar a Rodoviária do Tietê, por onde passo todo dia a caminho da roça. Vi na vitrine de várias lojas o modelo “Geisy”. Segundo a astuta repórter Debora Bergamasco, que faz o mesmo trajeto, a atendente contou que a peça “está vendendo como água”. Minha amiga assessora ouviu tudo atentamente, mas no final recusou a nova cliente. Não sei quem foi que abraçou a causa, mas na edição de quinta do jornal “O Dia” lá estava Geisy, na capa do caderno “O dia D”, onde se lia a seguinte manchete: “Casada com a Fama – hostilizada na Uniban, Geisy Arruda é acolhida no mundo das celebridades”. Entre outras pérolas, a melhor foi de seu “personal hair”, Julinho do Carmo. “Esse ensaio é o último em que ela aparece fortinha, pois vai fazer plásticas com Marcus Vinicius dos Santos. O mesmo que cuidou da Carla Perez”. Falou e disse. Encerro a coluna de hoje com um trocadilho sobre o assunto, o longa que está sendo feito sobre a vida de Chico Xavier. Quem viu, achou… médium. Mas observou que os artistas tiveram presença de espírito.


Artigo PERFEITO
Parabens!
Xoxo
samantha simon
2 dez 09 em 16:39
Adorei!
Quanto a ela, acho que tenho pena… rs…
Billy Martins
3 dez 09 em 8:57