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De Papai Noel a Vincent Cassel
por Pedro Venceslau

Baile do Copa: de Papai Noel à Vincent Cassel
A “Devassa” Paris Hilton até resvalou no tapete vernmelho, mas acabou mudando de rumo
Dizem os cientistas que é culpa do aquecimento global o calor senegalês que tem feito no Rio de Janeiro. Coisa de 50° graus de sensação térmica. Pode ser. O fato é que ano passado não estava tão quente o clima no salão de baile do Copacabana Palace no sábado de carnaval. A “maior festa indor do mundo” (segundo os anfitriões) é provavelmente a única do planeta que exige smoking em pleno verão. “É Tradição”, dizem os fãs do evento. “Eu apoio”, diria Papai Noel, que também é obrigado a usar trajes inadequados para a estação no Brasil. Mas prega o ditado, são os ossos do ofício. A entrada da festa em 2010 foi mais agitada. Motivo: Paris Hilton, a Devassa, estava hospedada lá, na famosa “Pent House” do último andar, aquela que dá direito a piscina privativa e banheira gigante. Um parêntese. Segundo um colunista carioca, Paris não sabe até agora o exato significado da palavra “Devassa”, a marca de cerveja que ela representa. A “garota Devassa” teria sido informada por assessores gaiatos que a palavra quer dizer “animada”. Nesse sentido, não é exagero afirmar que o baile do Copa rolou em clima de pura “devassidão”. Mas Paris não foi. Passou pela porta giratório, resvalou no tapete vermelho e deu tichau para os fãs, que não sabiam extamanete o que ela faz da vida – se dança, cantam posa ou só bate cabelo. A moça entrou num BMW blindado e, seguida por dois batedores, saiu em disparada para o Píer Mauá, onde priou o cabeção e pagou calcinha (roxa). Voltemos ao tópico. Tão tradicional como o smoking, as drags, os esmaltes das repórter de celebridades e os vestidos longos que enroscam no salto, é a lista de convidados internacionais pré-confirmados que (quase) nunca aparecem na hora H. Como se trata de um baile do hotel, todos os hóspedes são automaticamente considerados “pré-confirmados”, mesmo que Obama esteja lá. Vai que dá insônia no sujeito e ele baixa no local. “O Quincy Jones, que veio nos últimos três bailes, dessa não pôde comparecer. Está gravando o We are the World pró Haiti. O Gerard Butler deve vir, mas a Jenifer Aniston, namorada dele, não”, diz a assessora na porta, enquanto coloca as pulseiras coloridas nos convivas. De fato, Jenifer não “pode vir”. Sorte dela, já que o bofe arrumou uma morena para chamar de sua em outra festa, no camarote da Brahma. Mas teve gringo ilustre no pedaço. Vicent Cassel foi um deles (se é que se pode chamar de gringo o maior arroz carioca de festa do hall da fama ). O francês, que jogou-se no Cordão do Bola Preta de manhã, também não trouxe sua gata, Monica Belluci. Mas ao contrário do ator do filme “300″, não deixou-se fotografar azarando ninguém. Detalhe: Vicente (ó só a intimidade) fala portugês melhor que eu. E com sotaque carioca. A rainha do baile esse ano foi Guilhermina Guinle, neta do fundador do hotel. Passei horas tentando uma entrevista, Quando consegui, deu branco. “O que perguntar para Guilhermina Guinle?”. Perguntei sobre “projetos”, elogiei o vestido e saí para pegar um camarão na tigela de gelo. Na noite seguinte teve camarotes cervejeiros. No da Devassa, lá estava Bárbara Paz. Linda de morrer à bordo da camiseta da cerevejaria customizada que virou microvestido. A moça foi acompanhada de um senhor. Vendo mais de perto, dava perceber: era o Hector Babenco. Apesar de passarboa parte da noite sentado num pufe, ele era pura animação. O camarote da Brahma serviu de concentração para equipe do Flamengo, que joga amanhã a semi-final do carioca. De Wagner Love à Petkovit, estavam todos lá tomando chope e estudando o adversário.

humor-1Dizem os cientistas que é culpa do aquecimento global o calor senegalês que tem feito no Rio de Janeiro. Coisa de 50° graus de sensação térmica. Pode ser. O fato é que no ano passado não estava tão quente o clima no salão de baile do Copacabana Palace no sábado de Carnaval. A “maior festa indor do mundo” (segundo os anfitriões) é provavelmente a única do planeta que exige smoking em pleno verão. “É tradição”, dizem os fãs do evento. “Eu apoio”, diria Papai Noel, que também é obrigado a usar trajes inadequados para a estação no Brasil. Mas, prega o ditado, são os ossos do ofício. A entrada da festa em 2010 foi mais agitada. Motivo: Paris Hilton, a Devassa, estava hospedada lá, na famosa “Pent House” do último andar, aquela que dá direito a piscina privativa e banheira gigante. Um parêntese. Segundo um colunista carioca, Paris não sabe até agora o exato significado da palavra “Devassa”, a marca de cerveja que ela representa. A “Garota Devassa” teria sido informada por assessores gaiatos que a palavra quer dizer “animada”. Nesse sentido, não é exagero afirmar que o baile do Copa rolou em clima de pura “devassidão”. Mas Paris não foi. Passou pela porta giratório, resvalou no tapete vermelho e deu tichau para os fãs, que não sabiam extamanete o que ela faz da vida – se dança, canta, posa ou só bate cabelo.

copacabana

A moça entrou num BMW blindado e, seguida por dois batedores, saiu em disparada para o Píer Mauá, onde pirou o cabeção e pagou calcinha (roxa). Voltemos ao tópico. Tão tradicional como o smoking, as drags, os esmaltes das repórteres de celebridades e os vestidos longos que enroscam no salto, é a lista de convidados internacionais pré-confirmados que (quase) nunca aparecem na hora H. Como se trata de um baile do hotel, todos os hóspedes são automaticamente considerados “pré-confirmados”, mesmo que Obama esteja lá. Vai que dá insônia no sujeito e ele baixa no local. “O Quincy Jones, que veio nos últimos três bailes, dessa vez não pôde comparecer. Está gravando o We are the World pró Haiti. O Gerard Butler deve vir, mas a Jennifer Aniston, namorada dele, não”, diz a assessora na porta, enquanto coloca as pulseiras coloridas nos convivas. De fato, Jennifer não “pôde vir”. Sorte dela, já que o bofe arrumou uma morena para chamar de sua em outra festa, no camarote da Brahma. Mas teve gringo ilustre no pedaço. Vincent Cassel foi um deles (se é que se pode chamar de gringo o maior arroz carioca de festa do hall da fama ). O francês, que jogou-se no Cordão do Bola Preta de manhã, também não trouxe sua gata, Monica Bellucci. Mas ao contrário do ator do filme “300″, não deixou-se fotografar azarando ninguém. Detalhe: Vicente (ó só a intimidade) fala portugês melhor que eu. E com sotaque carioca. A rainha do baile esse ano foi Guilhermina Guinle, neta do fundador do hotel. Passei horas tentando uma entrevista, Quando consegui, deu branco. “O que perguntar para Guilhermina Guinle?”. Perguntei sobre “projetos”, elogiei o vestido e saí para pegar um camarão na tigela de gelo. Na noite seguinte, no domingo de Carnaval, teve camarotes cervejeiros. No da Devassa, lá estava Bárbara Paz. Linda de morrer a bordo da camiseta da cerevejaria customizada que virou microvestido. A moça foi acompanhada de um senhor. Vendo mais de perto, dava pra perceber: era o Hector Babenco. Apesar de passar boa parte da noite sentado num pufe, ele era pura animação. O camarote da Brahma serviu de concentração pra equipe do Flamengo, que joga amanhã a semi-final do carioca. De Wagner Love a Petkovit, estavam todos lá tomando chope e estudando o adversário.

boi

escrito por Guti

fevereiro 17, 2010 às 4:01 pm

postado em HUMOR

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