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Arquivo - Categoria ‘REVISTARIA’

Para gringo ler
da redação

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revistariaA editora Trip tem novidade para o mês de abril. A revista “Trip” vai circular em alemão. A ideia é fazer com que 100 mil exemplares da publicação cheguem também a Alemanha, Áustria, Luxemburgo e Suíça. A nova versão da prata da casa é resultado de uma  parceria da editora com o jornalista alemão Thomas Garm. É a primeira revista brasileira que consegue encarar o vasto mercado europeu de publicações.

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escrito por Guti

fevereiro 23, 2010 às 10:30 am

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Constelação
da redação

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revistariaA inglesa “LOVE “tem investido pesado para conquistar o mercado editorial. A terceira edição da publicação está recheada de grandes tops. As brasileiras Alessandra Ambrosio, Izabel Goulart e Raquel Zimmermann participaram de dois editoriais. Além disso, a revista oferece oito capas diferentes ao leitor com nomes de peso da moda como Lara Stone, Naomi Campbell, Kate Moss e Daria Werbowy – todas clicadas pela dupla Mert Alas & Marcus Piggott. O editor chefe da “LOVE” disse em entrevista à “Vogue” que a ideia foi selecionar as mulheres consideradas modelos de beleza mundial e fazer com que elas mostrassem o corpo na mesma posição, como um protótipo de perfeição. Ah, e só para finalizar: a revista perguntou para Alessandra Ambrosio o que ela gostaria de ganhar no Dia dos Namorados. Sabe qual foi a resposta da top? “Sexo!”. E quem não quer, minha gente?

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escrito por Guti

fevereiro 10, 2010 às 12:00 pm

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Siga o mestre
da redação

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revistariaDia desses, a diretoria de uma editora conhecida, e do tipo mais alternativa, de São Paulo decidiu economizar tempo e dinheiro e seguiu de metrô para uma reunião de negócios. Mas, como ninguém ali era muito expert nas linhas e nas direções, viram o próprio chefão se perder depois de pegar o trem no sentido contrário. Imagine só se a moda pega e os diretores e gerentes de empresas nacionais resolvem tomar a linha vermelha com destino a Sé, às 18 horas? A história é verídica e aconteceu a exemplo do que já rola nos Estados Unidos, e na redação da principal revista de moda do país. Segundo o jornal “New York Post”, a nova ordem na “Vogue” é cortar custo com os carros da editora e corridas de táxi. A ideia é da nova publisher Susan Plagemann, que não quer nem saber a idade e o tempo de casa dos funcionários. Todo mundo, inclusive os mais antigos por lá, vão ter que se acostumar a ir de metrô para as reuniões. É bom Anna Wintour tirar do armário aquele Prada mais batidinho para usar nos dias de transporte público.

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escrito por Guti

janeiro 16, 2010 às 9:00 am

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À primeira vista
por Wagner Gorab

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revistariaSaiu nesta semana o ranking da “Advertising Age” com as melhores capas de revista da década. São critérios diferentes para cada publicação, mas, na maioria dos casos, está a inovação gráfica ou uma imagem surpreendente. Em tempos de infográficos elaborados e Photoshop, destacam-se os cliques clássicos. Entre eles, o de Steve McCurry para a “National Geographic” . Em 2002, depois de 17 anos que produziu uma das imagens mais célebres da publicação, o fotógrafo localizou a afegã refugiada Sherbat Gula, personagem da capa de 1985, nas montanhas perto de Tora. Na época da primeira imagem, o fotógrafo desconhecia até mesmo o nome da personagem. Depois de um árduo trabalho conseguiu achá-la e eternizou mais um momento da própria história. Barack Obama aparece em um instante de espontaneidade e leveza na capa da “Rolling Stone” de 2008. Sem uma linha sequer, a capa traz a imagem do então pré-canditado à presidência logo após ser indicado pelos democratas. Essa capa também foi escolhida como “Cover of the Year” pela  American Society of Magazine Editors. Na lista das capas fotográficas ainda figuram o casal Brad e Angelina na chegada do rebento, na “People”, em 2006, que custou aos cofres da Time nada menos que US$ 4 milhões – doados pelo casal para caridade. E ainda Nicole Kidman em momento glamour para a “Vogue”, clicada pelo mestre Irving Penn, que começou a fotografar para a publicação em 1943 e morreu aos 92 anos, em 2009. Confira abaixo!

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escrito por Guti

dezembro 16, 2009 às 11:14 am

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A melhor do ano
por Wagner Gorab

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revistariaPara comemorar dez anos de Itália, a revista masculina “GQ” chegou às bancas no mês de outubro com dez capas realizadas por dez designers gráficos e estúdios. Quem assinou? Alex Trochut, Chip Kidd, Experimental Jetset, House Industries, Leonardo Sonnoli, Matteo Bologna, Milton Glaser, Neville Brody, Louise Fili e Marian Bantjes. Uma caixa especial com as edições de 2009 também foi criada. Este momento está entre os melhores da cena editorial mundial de 2009, segundo os principais editores, fotógrafos e designers do mundo. Já faz algum tempo que a versão italiana da “GQ” acerta nas capas de aniversário e fica entre as melhores do ano. Em 2008, a publicação comemorou o 9º aniversário com uma capa só, mas digamos que ela valia por muitas. Gisele Bündchen aparecia em um de seus cliques mais fantásticos realizado pelo duo holandês Inez van Lamsweerde e Vinoodh Matadin. A dupla, que trabalha há mais de 20 anos, já estampou as capas das revistas mais bacanas do mundo como “i-D”, “Vogue” francesa, “W” e “Interview”. Também já esteve à frente das campanhas de Jean Paul Gaultier, Dior, Gucci e Yves Saint Laurent, para citar alguns. Talvez fosse necessário mais do que dez designers para superar o momento de 2009. Abaixo algumas capas comemorativas de 2009, a do aniversário de 2008 e a dupla holandesa.

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escrito por Guti

dezembro 2, 2009 às 11:03 am

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Buemba-buemba! São as revistas da Al-Qaeda
por Wagner Gorab

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revistariaHá algumas semanas, um post do jornalista Neal Ungerleider causou frisson entre os veículos online do mundo inteiro. Por aqui, a notícia chegou por meio da Carta do Editor da Editora Abril, newsletter que veicula as principais notícias mundo afora para os profissionais do grupo – e muitas vezes fonte desta coluna. Neal desvendou um mercado editorial até então desconhecido do Ocidente: as revistas editadas pela Al-Qaeda, organização fundamentalista islâmica liderada por Osama Bin Laden e Ayman Zawahiri, e com ramificações internacionais. Apesar de circularem há alguns anos, o conteúdo foi amplamente discutido na internet apenas nas últimas semanas. Com um editorial explosivo – sem trocadilhos… – as publicações online “Sada al-Malahim” (O Eco da Batalha) e “Sada al-Jihad” (O Eco da Jihad) trazem um mix variado que permeia a condenação dos infiéis ao mundo árabe, fugas de prisões, perfil dos assassinos considerados heróis pela organização – como o homem-bomba que realizou o atentado ao príncipe saudita Mohammed bin Nayef no mês de agosto -  até dicas triviais de como prevenir ou curar um resfriado. Boa parte do conteúdo das revistas é dedicada à política interna da organização e exalta a opinião dos seus líderes como principal diretriz para a luta da Jihad. Com um visual árido, poucas imagens e muito texto – chegam a quase 80 páginas – as publicações trazem algumas ilustrações que parecem piada. Em uma das páginas, a textura de um abacaxi funde-se à sublime imagem de uma granada. Na capa, uma outra imagem remete à construção engenhosa de uma bomba caseira, ao lado – novamente – de uma granada, iconografia predileta das publicações. Todo o conteúdo pode ser acessado facilmente em PDF pela internet. Segundo o bem-humorado autor do post, “se a mídia impressa não morre, ela pode matar você!”. Neste domingo, dia 29 de novembro, o primeiro-ministro do Reino Unido, Gordon Brown, pediu ao governo paquistanês que aumente a pressão bélica sobre a Al Qaeda e detenha os principais líderes, os próprios Osama bin Laden e Ayman Zawahiri, que devem estar escondidos no norte desse país. Após oito anos do ataque às Torres Gêmeas do World Trade Center, especialistas acreditam que o movimento terrorista não dependa mais exclusivamente dos líderes – e, portanto, a sua captura seja apenas emblemática para o final do movimento – e não adiante muita coisa. O fanatismo e a devoção à Organização já são amplamente divulgados por meio de sites, blogs, fóruns, publicações e emissoras de TV, muitas vezes não diretamente ligados à Al-Qaeda. Com isso, as investidas bélicas, exigidas pela Inglaterra e EUA, só aumentam a quantidade de sangue derramado no mundo árabe – que se sente motivado a revidar e alastrar o ódio.

Al-Qaeda

escrito por Guti

novembro 29, 2009 às 6:28 pm

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