Arquivo - Categoria ‘POP’
A época que bateu
por Zeca Gutierres
Quer relembrar da revista OnSpeed? O Edu Corelli, DJ que evoluiu nas pick ups e registra festas com sua câmera e conta os babados da noite no ObaOba, entrevistou a gente no “Baú da Vovó”. Entre lá e aproveita para ler as outras matérias dele. “Merci”, como diz Edu.

Relaxa e dança
da redação
Vale tudo pra conquistar público e nessa guerra o Clube Gloria muitas vezes sai na frente por apostar no humor como na nova edição da Regaço, de Lais Pattak, que vai promover uma luta no gel (lubrificante) com moças e rapazes. Será neste sábado, dia 4, com um line up igualmente lambuzado: Burlesque Strip Tease por Sweetie Bird, Vodka Pistols por Carla Elektra & Paula Baker, Stripperz + Hot Girlz + Hot Boyz e Mezanino Vip por Rodrigo Fernandes. Entendeu? Relaxa… Saiba mais aqui.

Marcha, artista
da redação
Está de bobeira em outros estados e quer viver uns tempos na capital da arte? Aliste-se na Residência Artística da Faap, que recebe inscrições de artistas entre 01/08/10 e 31/01/11 para residência no segundo semestre de 2011. O interessado em ficar de dois a quatro anos na faculdade estudando arte deve encaminhar o projeto que pretende desenvolver em São Paulo e mais a documentação necessária. Se for aprovado, vai morar na “casa” capaz de receber 10 artistas, com tudo que se precisa para viver. A Residência no Edifício Lutetia começou em 2005 e já recebeu artistas de diversos estados e países. Saiba mais sobre valores e outros detalhes aqui.

A Índia é pop
por Sarah Maluf
Quem não conhece o malucão Arthur Veríssimo da revista “Trip”, com suas viagens a lugares que poucos querem ir, mas que, no fundo mesmo, só vai quem tem coragem, fôlego e espírito aventureiro? Arthur vai lançar o primeiro livro, “KarmaPop”, que traz um resumo das muitas viagens que fez à Índia. Ele falou com a gente sobre tantas andanças e algumas comparações pertinentes daquele continente com o Brasil.

Como começou seu interesse pela Índia? “Minha mãe era professora de yoga. Fui me ligando nessas coisas, meu pai lia livros incríveis e aos 16 anos descobri um guru, o Osho, e enlouqueci com a filosofia dele. Naquela época era todo mundo punk e eu seguindo o cara… Aí fui parar em San Bernadino, na Califórnia, numa comunidade, e pirei com as mulheres, as viagens, as músicas.”
O que a Índia tem que falta no Brasil? “A população de 1 bilhão de pessoas. A Índia é o berço de várias religiões, tem mais de cinco mil anos de história. Lá, a minoria, que é muçulmana, é de 25 milhões de habitantes. É fascinante.”

Qual a cidade ou vilarejo você mais gostou? “São tantos, já fiz 17 viagens à Índia. Percorri desertos, o Himalaia, muitos palácios e templos. Na Índia a paisagem muda constantemente, é fabuloso. Mas, as quatro cidades que caíram o néctar da imortalidade (durante a batalha pela posse da kumbh, jarra para os hindus, quatro gotas de amrit, néctar sagrado, caíram na Terra, em Allahabad, Haridwar, Nasik e Ujjain, as quatro cidades onde o festival da Kumbh Mela tem lugar) são lugares que visitei e me emocionam bastante. Participei de vários rituais dali.”
Em quais aspectos a Índia está à frente dos países desenvolvidos? ”Ela está sempre recomeçando, e os traços de sua história estão ali. É um país com muita disciplina, e o povo é muito maleável. A herança dos mercadores, religiosos, cientistas, matemáticos, e, inclusive, da medicina indiana, é enorme. A medicina ayurvédica, adormecida no período da colonização inglesa, é um bom exemplo, assim como a yoga, práticas que tomaram conta do mundo inteiro. Considero a Índia uma fonte inesgotável de sabedoria, ensinamento e perrengues.”

Quais perrengues? “Militares, terrorismo, comida, água. Uma vez fui a um banquete e me ofereceram várias comidas. No outro dia parecia que eu estava com cinco meses de gravidez. Estava indo para Varanasi, perdi o voo e precisei pegar um trem. Viajei de 3 classe passando muito mal. Foi bravo, viu.”
E o que o viajante precisa fazer para evitar situações como essa? “Lá, o cuidado deve ser redobrado, porque até a água mineral lacrada pode estar adulterada.”

Qual a prática mais fora do comum que você conheceu por lá? “Fora do comum já é chegar à Índia. As peregrinações me tocam profundamente. Uma vez fiz uma caminhada até o Monte Kailash, supra-sumo das peregrinações. É um lugar magnetizado, milhões de pessoas já fizeram essa rota, muitos homens permaneceram em cavernas, muitos se iluminaram.”
Quais as dicas para quem planeja uma viagem à Índia? “Não ir preocupado, ler bons livros, bons guias de viagem, como “Vislumbres da Índia”, de Octavio Paz. Ir de mente aberta. Sugiro ir para o Himalaia e depois dar um pulo na Amazônia, para ver os contrastes do planeta.”
Como foi o processo de criação do livro “KarmaPop”? “Nós pegamos negativos e cromos dos meus anos de experiências pela Índia. Foi um processo demorado, este é meu primeiro livro. Demorei porque sou perfeccionista pra caramba. O lançamento está marcado para setembro.”

Com sotaque
por Sarah Maluf
Quem circula por Paris durante os dias quentes deste verão europeu pode perceber uma mesma voz tomando conta dos bares, festinhas e baladas pop da capital francesa. Com o primeiro álbum “Zaz”, a cantora Zaz, ou Isabelle Geffroy, conquistou os refinados ouvidos franceses e já é a mais nova queridinha por lá. Desde canções “deprês” até hits mais agitadinhos, Zaz circula bem por vários ritmos, com um vozeirão que coloca qualquer Carla Bruni no chinelo. Será que ela vai ganhar o mundo?
Admirável mundo pop
da redação
Quer desabafar? Quer falar bobagem? Quer divulgar sua festa, site, projeto ou sua carinha? Os microblogs estão aí pra isso. O reboliço que deu a notícia da festa de 22 anos do clube Nation no Facebook fez a gente pensar que, se o assunto é comunicação, o mundo mudou pra muito melhor. Quando o que importa é o seu público, ou os seus amigos, não é mais preciso assessoria de imprensa, coluna social ou mailing. Põe no Facebook, põe no Twitter, e pronto. Lá, “cada um é o colunista de si mesmo”. E alguém comentou: “Colunista e paparazzo”. Viva as novas democracias!

Era uma vez
da redação
Parece que, quando o assunto é noite, hoje em dia é mais certo dizer: “Boa sorte com os antigos projetos”. Porque as coisas boas do passado estão voltando com nova linguagem, atualizadas aos tempos mais “twittados”, mas com o mesmo ”it” de antigamente. Alguns exemplos? A noite Hell´s, que o Pil Marques trouxe de volta há uns anos, e agora o Nation, que o Mauro Borges vai resgatar com uma noite quinzenal (logo o Cacá Di Guglielmo, que, como muitos, viu e dançou aquilo tudo, escreve sobre a boate aqui). O próprio OnSpeed é uma maneira de não desperdiçar uma revista que foi tão lida no final dos anos 90. E há mais um monte de coisa pintando por aí, resgatando principalmente os 90. Isso sem falar nos bravos sobreviventes, como o Paradise, do Oscar Bueno, e o site Rraurl etc etc etc…
Bem-vindo!
da redação

Linda, aconchegante e com preço bom, a Guest House de Thelma Vilas Boas é tudo que o turista cool que baixa em São Paulo procura. A gente perguntou pra fotógrafa detalhes sobre o espaço. “Eu e mais dois sócios montamos esta guest house, a primeira de uma série que vamos abrir! Nesta casa são quatro quartos deliciosos, superaconchegantes, com infra total, wireless, uma pequena biblioteca na sala, com títulos só brasileiros, e muito bom gosto. É aquele lugar que a gente gostaria de ficar. Temos recebido alguns curadores, fotógrafos de outros países etc. O moldureiro do Vik Muniz, de Nova York, acaba de passar quatro dias aqui”, disse ela.
Saiba mais detalhes clicando aqui.
Anima o dia
por Sarah Maluf
Os fãs de animação já devem estar contando os dias em São Paulo. Mas, mesmo quem não é um expert na arte dos desenhos ou até quem se nega a assistir animações no cinema pode gostar do Anima Mundi – mostra de animação que tem início nesta quarta-feira, no Memorial da América Latina. Na programação deste ano, nomes consagrados como o canadense Cordell Barker – indicado a quatro Oscars – e o inglês Daniel Greaves – ganhador em Cannes – se unem para mostrar ao público as técnicas e segredos da animação. Quem passar pelo Memorial de quarta a domingo poderá conferir a exibição de curtas de diferentes países e acompanhar os encontros de quem entende do assunto. E pode esquecer a caretice dos desenhos que chegam às telonas. Na seleção do festival estão filmes premiados, com belo visual e roteiros inteligentes. Confira a programação completa aqui .
Passeio de Domingo, curta em stop motion do português José Miguel Ribeiro
Os Anjos do Meio da Praça, dirigido por Alê Camargo e Camila Carrossine
Leia-se Keith Haring…
da redação
Leia aqui sobre a exposição do artista em São Paulo.
Dizem que sou louco
por Zeca Gutierres
A gente se lembra do Titi Freak dos primórdios da SIMPLES? (assim mesmo, com interrogação), da época do Alê Faljone, fundador da revista. O desenhista, que tinha trabalhado no estúdio de Mauricio de Sousa, trazia alguns traços infantis daqueles personagens, mas tinha o spray como base. Pois bem… tantos e tantos anos depois, Titi Freak é um dos artistas mais reconhecidos da galeria Choque Cultural e abre no dia 14 de agosto a exposição SEMPRE por lá. A mulher dele, Yumi, também faz o mesmo, só que no Acervo da Choque. Fica aqui a dica para quem curte arte no grafite e quer saber de onde vêm alguns dos pilares do movimento em São Paulo.

Obra de Titi Freak

Obra de Yumi
UnNatural por Yumi @ Acervo da Choque
Abertura: 14 de agosto, das 16h às 20h
De 14 de agosto a 2 de outubro
Rua Medeiros de Albuquerque, 250, Vila Madalena, São Paulo
Telefone (11) 3061-4051
www.choquecultural.com.br
galeria@choquecultural.com.br
Sábado, das 13h às 18h, entrada livre
Grátis – Livre
SEMPRE por Titi Freak @ Choque Cultural
Abertura: 14 de agosto, das 16h às 20h
De 14 de agosto a 2 de outubro
Rua João Moura, 997, Pinheiros, São Paulo
Telefone: (11) 3061-4051
www.choquecultural.com.br
galeria@choquecultural.com.br
Terça-feira a sábado, das 12h às 19h
Grátis – Livre
Balada vintage
por Zeca Gutierres
Boates bagunçam pra sempre a vida da gente. Elas funcionam como um divisor de águas, uma mexida nervosa nos hormônios, uma revolução das boas no visual… Quando recebi o convite do Mix Brasil (o texto não entrou, então eu posto aqui!) para falar de uma boate que ficará pra sempre na minha lembrança, logo veio o Massivo, aquele sobradinho maluco, com staff multicolorido, que ficava nos Jardins. No carro com dois amigos, semanas atrás, eu contei da escolha e expliquei que a jeitão disco do Massivo me pegou nos meus 20 anos. Um deles disse que “disco foi uma segunda fase, já que o inferninho era mais undergound e se rendeu ao espírito 70 para receber muita gente do interior que descobria a noite paulistana”. O outro completou: “Eu só ia lá pegar uns heteros que estavam experimentando os meninos…”. Peguei a fase mais pop da boate de Bebete Indarte! Ah, sim, a Bebete… Que mulherão! Anos luz de distância das outras meninas, ela voava em plataformas altíssimas e tinha um visual acid. Ah, e tinha o Mauro Borges, o DJ-andróide-bombadaço que fazia performances absurdas nas pick ups. Ele dançava mais do que o pessoal da pista, jogando aqueles brações pro alto, meio “Vogue”, da Madonna. Acho que Mauro ajudou a popularizar por aqui a profissão de DJ e também a cultura da “Barbie” sem camisa na boate. Tinha ainda a Normanda, a chapeleira-maluca que sempre foi legal com todo mundo. Cindy Babado controlava a fila numa época do Massivo – não dá para esquecer a importância das drags para a noite daquela época. Hoje elas estão confinadas no centrão, com pouco glamour. Tinha ainda a Selma Self Service – o Edu Corelli, que tocava montava, mas propositalmente sem glamour. Mandava bem com hits animados. Das almôndegas, que deixou o inferninho mais conhecido na mídia, eu vi pouco. Já os convites do Massivo eram feitos pelo Jorge Morabito, numa época na qual diretor de arte era coisa rara na cidade. Eles eram divertidos, não tinham a seriedade que baixou nos clubes nos anos seguintes. Para encurtar a história, o Massivo me mostrou um mundo de viagens e sensações. A impressão que dá é a de que as pessoas que o frequentaram não carregam isso como mérito. Era apenas um lugar para se divertir, beijar, beber, conhecer pessoas e se aceitar!


O bom e velho underground
por Annamaria Bonanomi
Um dos principais artistas urbanos do século XX vai ganhar exposição inédita no Brasil. “Keith Haring – Selected Works” reúne 94 obras, entre serigrafias, gravuras, litografias e xilogravuras, a partir de 31 de julho na Caixa Cultural São Paulo. Keith Haring (1958-1990) se tornou ícone da cultura underground da Nova York nos anos 1980 e influenciou e continua influenciando milhares de artistas urbanos. “Selecionamos trabalhos de Keith e artigos pessoais que nunca foram vistos por aqui, como seu passaporte, skates desenvolvidos por ele, fotos e vídeos pessoais do artista no Brasil”, explica a curadora norte-americana Sharon Battat, da Litmedia Productions. A mostra fica em cartaz até 5 de setembro e depois segue para o Rio, onde fica até 14 de novembro, na Caixa Cultural da cidade. Demais!




Meio de campo
por Zeca Gutierres
O país que criou o futebol criou também o rádio. E foi o primeiro a difundir os jogos com aqueles homens tagarelando feito loucos para deixar o ouvinte em cima do lance. Foi em Cambridge, Inglaterra, que um certo James Clerck Maxwell trouxe, mesmo que teoricamente, o conceito de ondas de rádio. Isso lá em 1863. Mas foi só em 1887 que o rádio saiu do papel e ganhou o espaço por meio do alemão Henrich Rudolph Hertz (1857-1894). Londres lançou a primeira companhia de rádio, no final do século 19. No Brasil foi um padre-cientista, Landell de Moura, que colocou a invenção na roda: em 1990 ele conseguiu uma patente da invenção por aqui… Só que a primeira transmissão radiofônica oficial no Brasil aconteceu durante o dircurso do presidente Epitácio Pessoa, no Rio, em comemoração do centenário da Independência do Brasil, no dia 7 de setembro de 1922. Mas bom de locução mesmo foram os Estados Unidos com sua “Era do Rádio”: de quatro emissoras em 1921, eles passaram a ter 382 no final de 1922. E como antigamente não havia televisão, jogo de futebol era “assistido” pelo rádio. Oduvaldo Cozzi foi um dos locutores conhecidos do Brasil. Rádio Nacional e a Rádio Globo eram as campeãs, ambas do Rio de Janeiro. Ary Barroso é outro nome que os vovôs devem se lembrar. Descobri também que outro grande locutor da história foi Pedro Luiz, que narrou o primeiro tempo do jogo Brasil X Suécia na final da Copa de 1958. Outros nomes? João Saldanha, Geraldo José de Almeida (que dizem ser o “pai” do Galvão Bueno) e por aí vai… É interessante perceber que o método de narrar pelo rádio não mudou muito nas últimas décadas, com chavões engraçados como a puxada do “R”, a passagem de “bola” pro comentarista e o “gooooool” bem comprido. É quase uma linguagem alienígena, que a gente só decifra se presta atenção no jogo de palavras. E o cara tem de ser CDF em futebol para explicar os lances e saber quem é quem em meio a africanos, holandeses, japoneses e neozelandeses. Por mais ultrapassado que pareça, narrar futebol pelo rádio é uma prática viva, a começar pelo interiorzão e, mais do que isso, no enorme trânsito de São Paulo, onde o rádio encontrou fôlego para sobreviver.

Ary Barroso: voz do Brasil
Fale com eles
por Zeca Gutierres
Uma pesquisa recente, que eu li nem sei onde, dá conta de que o número de pessoas que deixam comentários em textos na internet está caindo, principalmente porque os mais jovens não gostam muito da ferramenta. Bom, o que podemos dizer é que, sempre que há um comentário no OnSpeed, ficamos felizes da vida. Por isso, não deixe de opinar no final das nossas matérias. Elogios, críticas, sugestões…

Entrevista com Nina Pandolfo
por Zeca Gutierres
OnSpeed – Como era grafitar em 1992, quando você começou? Nina Pandolfo – “Bom, naquela época era tudo novo, estava descobrindo este mundo. Tive que aprender improvisando muito material. Era super divertido sair para pintar nos fins de semana. Eram poucos que pintavam naquela época e todos eram meio que amigos ou se conheciam. Agora existe vários tipos de cap, vários tipos de spray, cores… Antes até misturar cor de spray cheguei a misturar… Hoje você tem uma grade de cores de spray absurda. Temos até lojas especializadas em graffiti. Antes as informações passavam de boca a boca. Era uma delicia!”

OnSpeed – Sofreu discriminação por ser grafiteira? Nina – “Não. Que eu me lembre, não.”
OnSpeed – Você acreditava que o grafite iria parar em galerias de arte? Nina – “Nunca cheguei a pensar nisto, mas antes de fazer graffiti eu pintava telas, mas, mesmo assim, quando comecei no graffiti, não sabia nem onde ia dar tudo aquilo.”
OnSpeed – “Muitos artistas, como o Alex Vallauri, usaram do grafite para trabalhar. Qual sua relação com eles? Tem os preferidos? Nina – “Bom, se você diz sobre os artistas antigos, não tive muito contato com eles…”
OnSpeed – Qual lugar (impossível) do mundo você gostaria de grafitar? Nina – “Não sei se existe um lugar impossível de pintar, sempre há um jeito.”
OnSpeed – Conte um pouquinho da sua nova individual. O que mudou no seu trabalho? Nina – “Bom, nesta nova individual, estou vendo um amadurecimento em meus personagens, estou usando muito mais pincel para pintar, como antigamente eu usava. Estou provando novas opções para acrescentar em minhas telas… Está sendo uma delícia todo o processo de produção. Estou curtindo muito este momento e adorando o resultado.”
Nina Pandolfo expõe a partir do dia 1 de julho na Galeria Leme, em São Paulo.

Foto: Ursula Bahia
Unidade intensiva
por Annamaria Bonanomi
O street artist Tinho acaba de montar uma U.T.I. no bairro de Pinheiros, em São Paulo. Mas, calma: trata-se da exposição “Uma Tentativa Interrompida”, também chamada de “Urtigas Também Incomodam”, na galeria Cartel 011. A mostra reúne 16 obras do artista, que explora as técnicas de spray, tinta a óleo e colagem, para fazer uma crítica social e política. Tinho é um dos pioneiros da arte urbana brasileira e integra a Famiglia Baglione, coletivo de artista de rua com nome inspirado nas famílias dos mafiosos italianos. A U.T.I. fica em cartaz até 23 de junho.





Álbum de figurinhas premiadas
da redação





A ideia foi do francês Jules Rimet, logo depois que ele assumiu o comando da Fifa. Assim nasceu, em 1928, a Copa do Mundo de Futebol. O Uruguai sediou a primeira edição e levou a melhor. O Brasil entrou na jogada mesmo em 1958, quando conquistou o primeiro título. Pelé nascia para os olhos do mundo ali. Na Suécia, quatro anos depois, o nosso país ganhou de novo, desta vez tendo o Chile como sede dos jogos. O ano de 1970 foi o da copa mais importante para o Brasil, confirmando nossa vocação para o futebol. Pelé, Tostão, Rivelino e Carlos Alberto Torres estavam em campo. Mais de duas décadas depois, em 1994, fomos campeões de novo nos Estados Unidos. Foi suado: nos pênaltis. Em 2002 levamos de novo, no Japão/Coréia do Sul. A final foi com a Alemanha. Sim, tudo isso graças aos rapazes acima!
