Onspeed

Arquivo: novembro, 2009

Publi

Run_DP

escrito por Guti

novembro 19, 2009 às 11:26 am

postado em Sem categoria

Lenha na fogueira

musica

Nas fotos de Paulo Otero, como convidado especial de OnSpeed, veja como foi a Mothership especial no D-Edge, nessa terça-feira (17/11). Nas pick ups, a alemã Ellen Allien. Entre na coluna À Noite.

IMG_0661

escrito por Guti

novembro 18, 2009 às 9:17 pm

postado em MÚSICA

Prenda a respiração
por Cacá Di Guglielmo

musicaA primeira vez que ouvi The Main Drag foi no ano passado. Gostei logo de cara e comecei a baixar o que encontrava. No meio de tantos downloads, meio que esqueci deles. Ontem, em casa, procurando um telefone no bloquinho de anotações, me deparei com o nome da banda, da época em que os descobri. Resolvi então, ainda que tardiamente, escrever um post sobre esse grupo de Boston. Originalmente formado por Adam Arrigo e Matt Levitt em 2004, eles foram se expandindo através dos anos, e hoje contam com cinco integrantes. Misturando vários elementos que vão do pop folk ao eletrônico, eles mantém a aura indie com melodias suaves e letras apaixonadas. Mês que vem soltam o terceiro trabalho de estudio, “You Are Underwater”, que sairá a princípio para download. A edição física do CD será lançada no começo de 2010. O primeiro vídeo desse trabalho é “Dove Nets” (você confere baixo), que abusa das animações com um efeito incrível. Enjoy!

escrito por Guti

novembro 18, 2009 às 6:02 pm

postado em MÚSICA

Botox do bom
por Cacá Di Guglielmo

cosmo

musicaA França sempre foi um celeiro de bons projetos eletrônicos (vide Air, Daft Punk, Phoenix, Telepopmusik, Sebastien Tellier e Laurent Garnier, entre outros), e boa música em geral. Em 2006, Benjamim Bouget a.k.a Cosmo Vitelli, também o fundador do selo “I’m a Cliché”,  se juntou a Julien Briffaz e formou o Bot’Ox (o nome já é ótimo!). “Não perguntem e nem tentem categorizar o Bot’Ox. O nosso som vai além de rótulos e, com o novo single, vamos levar isso a outro nível”, fervem. Numa linha mais calma – que é bem comum entre os franceses -devem conquistar os mesmos fãs das bandas acima citadas. Recentemente assinaram com a DFA Records para distribuir o novo trabalho e o álbum que deve sair no começo de 2010.

* Mal posso esperar!

escrito por Guti

novembro 17, 2009 às 6:20 pm

postado em MÚSICA

Loco Dice flerta até com rumba
por Monique Oliveira

Loco Dice – Rain Drops On My Window
http://www.d-edge.com.br//mkt/press/01-loco_dice-raindrops_on_my_window-nvs.mp3
Loco Dice Lab 01 – Damian Schwartz & Guti – Salon
http://www.d-edge.com.br//mkt/press/Damian_Schwartz_Salson_clip.mp3
Loco Dice Lab 01 – Terrence Dixon – Below Radar (Rhythm Is Rhythm Remix By Mathias Kaden)
http://www.d-edge.com.br//mkt/press/Terrence_Dixon_Below_Radar_clip.mp3
Loco Dice flerta até com rumba
De ecos minimalistas ao groove novaiorquino, Dice e sua linha de baixo
Loco Dice, ou Dice Corleone, veio da Túnisia e acabou fazendo seu passo na Alemanha como muitos. Seja no minimalismo, seja apostando no groove, passou pelo hip hop, colaborou com caras como Jamiroquai e Ice Cube e fundou o selo Desolat junto com Martin Buttrich. Agora, morando em Nova York e flertando com o house, Dice virou mecenas.
Nesse ano, veio com o “Loco Dice labs”, coletânea com dois cds e 26 faixas, e trouxe remixes que revelou nomes como o argentino Guti, com “Salsón”. De 2006, quando estourou o hit “Rain Drops On My Window”, que saiu pelo Cadenza e era, contraditoriamente, uma bomba-minimalista até o Labs -com Mathias Kaden remixado com rumba em “Below the Radar”-  Loco Dice mostra sua faceta flexível e sensitiva.
No seu MySpace, você mencionou sua habilidade de conhecer as pessoas “o que eles sentem,  o que imaginam”. Então, há uma maneira de tocar para cada audiência? Qual o seu sentimento sobre a América do Sul?
Eu sempre me aprofundo na situação. Sou como um médico. Você não pode tocar as mesmas músicas na América do Sul e no Japão. A experimentação ao longo dos anos traz essa habilidade de entender que no Brasil as mulherem amam dançar e o público interage melhor com tracks funky, mais dance e com mais vocais.
Já em Tokyo, o público gosta mais de sons dark, pesados. Enfim, as pessoas sempre estão esperando por algo a mais e o meu trabalho em traduzir isso nas minhas apresentações.
Você é da Tunísia foi parar em Düsseldorf (Alemanha) e, do hip hop, acabou flertando com o techno e o house. Como você classificaria o loco-dice-way-of-live? O que mudou? O que fica?
Sou o mesmo de sempre. Mas, claro, tudo depende do público para o qula eu toco.
Este ano foi lançado o Loco Dice Labs, com de faixas de novatos como o Guti, que também tocou recentemente no D-Edge. Você apontaria algumas promessas de produtores?
Você acabou de falar o nome! Um deles é o Guti, que é um artista muito talentoso e o outro é o Livio & Roby.
O seu selo, Desolat, tem algum critério para escolher seus artistas?
O desolat é uma grande família. E o convite acontece naturalmente. Por exemplo, gostei muito de uma faixa do Guti e fui me aprofundar em suas produções. Me deparei, então, com mais sete faixas excepcionais.  É uma reação química!
Como classificaria a faixa perfeita? E o que você pensa sobre a classificação de gêneros (minimal, microhouse, etc). Isso faz sentido pra você como produtor?
Não há uma faixa perfeita. Depende muito do referencial. Eu poderia dizer que uma boa faixa contém elementos para agradar diferentes pessoas, etnias e, quando você toca, todos entendem e dançam. Todos os seres tem diferentes percepções e o desafio é encontrar a interligação existente entre eles através da música
As subdivisões em gêneros facilitam para as pessoas que não são iniciadas. Mas, ao mesmo tempo, está cada vez mais difícil classificar. Você entra em sites de venda e uma faixa pode estar classificada em techno em uma determinada loja e, em house, em outra.
O que te inspira? O que tem ouvido ultimamente?
A minha vida é a inspiração. Tenho escutado muito jazz quando vou jantar, tomando um vinho ou até mesmo quando vou dormir. Procuro escutar músicas de diferentes nacionalidades.

musicaDe ecos minimalistas ao groove nova-iorquino, Dice e sua linha de baixo Loco Dice, ou Dice Corleone, veio da Tunisia e acabou fazendo escala na Alemanha, como muitos. Além do minimalismo e do groove, ele passou pelo hip-hop, colaborou com caras como Jamiroquai e Ice Cube e fundou o selo Desolat com Martin Buttrich. Agora, em Nova York, flerta com o house. Neste ano, veio com o “Loco Dice Labs”, coletânea com dois CDs e 26 faixas, e trouxe remixes que revelou nomes como o argentino Guti, com “Salsón”. De 2006, quando estourou o hit “Rain Drops On My Window” (que saiu pelo Cadenza e era, contraditoriamente, uma bomba-minimalista), até o Labs (com Mathias Kaden remixado com rumba em “Below the Radar”), Loco Dice mostra a faceta flexível e sensitiva. Hoje, no D-Edge. Leia a entrevista exclusiva.

loco

1. No seu MySpace, você mencionou a habilidade de conhecer as pessoas, “o que elas sentem,  o que imaginam”. Qual o seu sentimento sobre a América do Sul? Loco – “Eu sempre me aprofundo na situação. Sou como um médico. Você não pode tocar as mesmas músicas na América do Sul e no Japão. A experimentação ao longo dos anos traz essa habilidade de entender que no Brasil as mulheres amam dançar e o público interage melhor com tracks funky, mais dance e com mais vocais. Já em Tóquio, o público gosta mais de sons dark, pesados. Enfim, as pessoas sempre estão esperando por algo a mais e o meu trabalho é traduzir isso nas minhas apresentações.”

2. Você é da Tunísia, foi parar em Düsseldorf (Alemanha) e flertou com o hip-hop, mas acabou no tecno e no house. Como classificaria o estilo loco-dice? Loco – “Sou o mesmo de sempre. Mas, claro, tudo depende do público para o qual eu toco.”

3. Este ano foi lançado o “Loco Dice Labs”, com faixas de novatos como o Guti, que também tocou recentemente no D-Edge. Você apontaria algumas promessas de produtores? Loco – “Você acabou de falar o nome! Um deles é o Guti, que é um artista muito talentoso, e o outro é o Livio & Roby.”

4. Qual o critério do seu selo, Desolat, para escolher artistas? Loco – “O Desolat é uma grande família. E o convite acontece naturalmente. Por exemplo: gostei muito de uma faixa do Guti e fui me aprofundar em suas produções. Me deparei, então, com mais sete faixas excepcionais. É uma reação química!”

5. Como classificaria a faixa perfeita? E o que você pensa sobre a classificação de gêneros (minimal, microhouse etc). Isso faz sentido pra você, como produtor? Loco – “Não há uma faixa perfeita. Depende muito do referencial. Eu poderia dizer que uma boa faixa contém elementos para agradar diferentes pessoas, etnias e, quando você toca, todos entendem e dançam. Todos os seres têm diferentes percepções e o desafio é encontrar a interligação entre eles por meio da música. As subdivisões em gêneros facilitam para as pessoas que não são iniciadas, mas, ao mesmo tempo, está cada vez mais difícil classificar… Você entra em sites de venda e uma faixa pode estar classificada como tecno em uma determinada loja e como house em outra.”

6. O que te inspira? O que tem ouvido ultimamente? Loco – “A minha vida é a inspiração. Tenho escutado muito jazz quando vou jantar, tomando um vinho ou até mesmo quando vou dormir. Procuro escutar músicas de diferentes nacionalidades.”

lococonvite

Ouça:
Loco Dice – Rain Drops On My Window
Loco Dice Lab 01 – Damian Schwartz & Guti – Salon
Loco Dice Lab 01 – Terrence Dixon – Below Radar (Rhythm Is Rhythm Remix By Mathias Kaden)

escrito por Guti

novembro 13, 2009 às 4:42 pm

postado em MÚSICA

Carnaval paulista
por Zeca Gutierres

arteConfira no canal À Noite a performance de osgemeos no centro de São Paulo, nessa quinta-feira, 12/11. O grupo francês Plasticiens Volants estava lá com eles no Carnaval do grafite. Fotos de Cadú Coppini.

gemeosnotas

escrito por Guti

novembro 13, 2009 às 2:29 pm

postado em ARTE

Oi? Eu quero um moicano!
por Larissa Marques

Oi? Eu quero um moicano!
A Rockfellas foi uma das primeiras festas do Vegas, clube que levou a gente pro Baixo Augusta. Com 4 aninhos e firme na pegada rock and roll, seja ele da vertente que for, a festa é mantida pelo Tibira, que também é dono do local e um entusiasta do nosso bom velhinho, embora goste muito de experimentar levando ska, rockabilly e pop rock pra lá. Pra comemorar as quatro primaveras, a Rockfellas recebe a discotecagem do Wattie, vocalista do The Exploited, uma das principais bandas da segunda onda do movimento punk, que ia contra os Sex Pistols e UK Subs. Olha eles aqui: http://www.youtube.com/watch?v=3bZzM4s0Hgs&feature=PlayList&p=045CAD2E7FC517E6&index=0&playnext=1.
Será que vai rolar aquele moicano vermelho lindo, que agradou tanto à Vivienne Westwood? Pra complementar a noite, André Juliani aka Hematoma, Ana Flávia, China, Tibira, Pati Laundry e Vanessa Porto, dividem as picapes do lobby, enquanto a pista é mantida pelas mãos de Lucio Ribeiro e Focka.
E, pra quem quiser ver a performance alive do The Exploited, vale dar uma chegada no Inferno Club, ali na Augusta também, no sábado, dia 14 de novembro.

wattie2-1

popRockfellas foi uma das primeiras festas do Vegas, clube que levou a gente pro Baixo Augusta. Com 4 aninhos e firme na pegada rock and roll, seja ele da vertente que for, a festa é mantida pelo Tibira, que também é dono do local e um entusiasta do nosso bom velhinho, embora goste muito de experimentar levando ska, rockabilly e pop rock pra lá. Pra comemorar as quatro primaveras, a Rockfellas recebe hoje (12/11) a discotecagem do Wattie, vocalista do The Exploited, uma das principais bandas da segunda onda do movimento punk, que ia contra os Sex Pistols e UK Subs. Olha eles abaixo.

Será que vai rolar aquele moicano vermelho lindo, que agradou tanto à Vivienne Westwood? Pra complementar a noite, André Juliani aka Hematoma, Ana Flávia, China, Tibira, Pati Laundry e Vanessa Porto, dividem as picapes do lobby, enquanto a pista é mantida pelas mãos de Lucio Ribeiro e Focka. E, pra quem quiser ver a performance alive do The Exploited, vale dar uma chegada no Inferno Club, ali na Augusta também, no sábado, dia 14 de novembro.

tibira

Tibira, da Rockfellas

escrito por Guti

novembro 12, 2009 às 3:17 pm

postado em Sem categoria

Agora vai!
por Cacá Di Guglielmo

Agora vai!
Depois de um certo sucesso com o primeiro álbum “Galore”(2007), o duo canadense Dragonette está de volta com um novo trabalho de estúdio, o ótimo “Fixin to Thrill”, que saiu em setembro. A faixa-título que abre o álbum vem com pegada rocker e camadas de guitarras distorcidas sobrepostas ao sintetizador. Mas, à medida que o disco evolui, a rebeldia vai ficando de lado, dando lugar a canções mais “pop” e dançantes, que fizeram a fama do grupo. A voz de Martina Sorbara em “Come on Be Good” parece a reencarnação do Missing Persons(banda ícone do electro pop dos anos 80). Depois de mudarem pra Londres e abrir shows do Basement Jaxx e Sugarbabes, o Dragonette já caminha com as  próprias pernas, e a agenda dos caras está lotada até o ano que vem. É essa nova geração que queremos ver nos palcos dos festivais, e não veteranos apáticos como o Primal Scream (já foram muito bons, diga-se de passagem) no último Planeta Terra. Como diz o Zé Simão, quem fica parado é poste!
http://www.youtube.com/watch?v=14BsjAqv-Vc&feature=channel
http://www.youtube.com/watch?v=pTR0lMxri5w

dragonette

musicaDepois de um certo sucesso com o primeiro álbum “Galore”(2007), o duo canadense Dragonette está de volta com um novo trabalho de estúdio, o ótimo “Fixin to Thrill”, que saiu em setembro. A faixa-título que abre o álbum vem com pegada rocker e camadas de guitarras distorcidas sobrepostas ao sintetizador. Mas, à medida que o disco evolui, a rebeldia vai ficando de lado, dando lugar a canções mais “pop” e dançantes, que fizeram a fama do grupo. A voz de Martina Sorbara em “Come on Be Good” parece a reencarnação do Missing Persons(banda ícone do electro pop dos anos 80). Depois de mudarem pra Londres e abrir shows do Basement Jaxx e Sugarbabes, o Dragonette já caminha com as  próprias pernas, e a agenda dos caras está lotada até o ano que vem. É essa nova geração que queremos ver nos palcos dos festivais, e não veteranos apáticos como o Primal Scream (já foram muito bons, diga-se de passagem) no último Planeta Terra. Como diz o Zé Simão, quem fica parado é poste!

escrito por Guti

novembro 12, 2009 às 12:25 pm

postado em MÚSICA